Zoiudo
Um povo que fala com os olhos
Logo outras criaturas surgiram:
uma florzinha com pétalas que vibravam como riso silencioso,
um cogumelo que inclinava o chapéu como se cumprimentasse,
uma lagartixa de olhos gigantes que se aproximou com passos curtos e animados,
um macaco curioso que piscava rápido, tentando imitá-los,
um axolote sorridente que iluminava o rosto inteiro ao piscar.
Nenhum deles fazia som.
Mas seus olhos comunicavam tudo:
curiosidade, boas-vindas, empolgação, conexão.
Era como se toda a ilha tivesse evoluído para expressar emoções através do olhar, substituindo palavras por expressões profundas, gentis e compreensíveis.
Ferdinando percebeu:
— Eles não falam… porque não precisam.
Pyra concordou:
— Eles se comunicam melhor do que muitos que falam.
uma florzinha com pétalas que vibravam como riso silencioso,
um cogumelo que inclinava o chapéu como se cumprimentasse,
uma lagartixa de olhos gigantes que se aproximou com passos curtos e animados,
um macaco curioso que piscava rápido, tentando imitá-los,
um axolote sorridente que iluminava o rosto inteiro ao piscar.
Nenhum deles fazia som.
Mas seus olhos comunicavam tudo:
curiosidade, boas-vindas, empolgação, conexão.
Era como se toda a ilha tivesse evoluído para expressar emoções através do olhar, substituindo palavras por expressões profundas, gentis e compreensíveis.
Ferdinando percebeu:
— Eles não falam… porque não precisam.
Pyra concordou:
— Eles se comunicam melhor do que muitos que falam.
